Esta receita veio do blog"AVENTAL ENGOMADO". È uma receita da MARIZA ARTES, eu fiz, adorei e divido com vocês.Anote aí: 3 ovos , meio copo (do tipo americano) de óleo de milho ou canola(de soja deixa gosto), o mesmo meio copo de água, 1 copo e meio de açúcar, 2 colheres de sopa de vinagre, 2 copos de farinha de trigo e 1 colher de sopa de fermento em pó. Agora vem o melhor. Coloque tudo nessa ordem no liquidificador, bata para misturar e leve a assar em forma untada e polvilhada por cerca de 35 minutos.Fica delicioso e muito fofinho.Olha o meu aí . Façam e bom apetite. Beijinhos.
Este é um blog que quer trazer além de receitinhas práticas, um pouco de conversa fiada, mas de boa qualidade.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
FLAN DE CHOCOLATE
Coloque 4 colheres de sopa e hidrate 1 pacotinho de gelatina sem sabor.Reserve. No liquidificador bata 2 xícaras de leite morno com 1 lata de leite condensado e meia xícara de chocolate em pó. Aqueça levemente a gelatina até ficar líquida (sem ferver) e bata só pra misturar. Leve a geladeira até ficar firme. Muito gostoso, leve para os dias quentes.Você pode servir com calda de chocolate se preferir.Se quiser trocar o chocolate escuro por aquele de morango , fica gostoso também. Beijocas .
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Oh! Belinda!
Na minha infância era tudo tão simples, não tinha essa coisa de"traumatizar", reprimir e outras práticas que nos deixavam longe da realidade. Meus pais nunca foram ricos, mas era mais fácil ter as coisas e repartir. A semana era dividida com as pessoas carentes que tomavam café da manhã, almoçavam e levavam a janta pra casa. Isso, acontecia de segunda a sexta -feira. Não era privilégio nosso, muitas famílias faziam isso. Às terças-feiras vinha a portuguesa Umbelinda, a Belinda, para nós. Nela, tudo era farto, desde os enormes seios de onde ela tirava uma infinidade de medalhinhas e crucifixos até a risada que se ouvia a um quarteirão. Meu pai e tio Ciro(que serão em breve retratados aqui), quando a viam, gritavam logo"OH, BELINDA". Isso provocava nela um ataque de risos ouvido por toda a vizinhança.Ela passava o dia em nossa casa contando histórias de Portugal e de como tinha conhecido o rei português.Nunca soubemos realmente quem era ela de fato, nem seu sobrenome ou como viera parar aqui no Brasil. No entanto conhecíamos perfeitamente a essência dessa mulher que vivia da caridade alheia. Quando ela partiu anos mais tarde, ficou o grande vazio que só é provocado quando amamos.OH, BELINDA, que saudades!
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